Ceará recebe mais 200 mil vacinas da gripe H1N1 nesta sexta-feira
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O Ceará recebe dois lotes de vacinas contra a gripe H1N1, totalizando
720 mil doses, entre sexta-feira, (04/mai) , e sábado,(05/mai). Incremento
enviado pelo Ministério da Saúde (MS) ocorre em um momento em que as doses
esgotaram em postos de saúde da Capital. Imunização, no entanto, continua
direcionada aos grupos caracterizados prioritários. Um total de 19 unidades de
saúde estarão abertas para vacinação neste sábado, em Fortaleza.
Entre eles, o Centro de Saúde Meireles. O restante ainda será divulgado
pela Secretária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ao todo, 516.388
pessoas já receberam a dose no Ceará. Os dados são do Sistema de Informações do
Programa Nacional de Imunização. A meta do Estado é de imunizar mais de 2
milhões de pessoas, entre idosos, gestantes, crianças menores de cinco anos e
pessoas com problemas crônicos no sistema respiratório.
Para a população que não faz parte dos grupos prioritários, a vacina só
vai ser disponibilizada no fim da campanha, em junho. Entretanto, isso só
acontecerá se a meta for superada e existir sobra de doses. A decisão é do
Ministério da Saúde se deve à potencial complicação dos casos das pessoas do
grupo de risco.
Segundo a Sesa, o que gera a falta das vacinas nos postos são questões
de demandas e logística. Na Capital, as vacinas acabam mais rápido do que em
cidades do Interior, devido ao número de pessoas que buscam se imunizar.
Além disso, o Ministério da Saúde está enviando as vacinas para todos os
estados brasileiros de forma fracionada. Por isso, a quantidade de doses acaba,
mas em dois ou três dias é reposta. A alternativa que algumas pessoas encontram
para driblar a espera na rede pública é pagar pela vacina em clínicas
particulares.
Na Clínica Pediátrica Alberto Lima, localizada na Aldeota, a dose custa
R$ 130. O local fica aberto de segunda a sábado, das 8 às 22 horas. Entretanto,
algumas delas também esperam a reposição das vacinas, como é o caso da Clínica
Imunnité, também na Aldeota.
Grupo prioritário:
Pessoas a partir de 60 anos; crianças de seis meses a menores de cinco
anos; trabalhadores de saúde; professores das redes pública e privada; povos
indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de
liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas
socioeducativas; e funcionários do sistema prisional. As pessoas com doenças
crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem
se vacinar.
Fonte: O POVO Online
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Saúde
