MPF cobra plano emergencial para solucionar atrasos em entregas pelos Correios no Ceará
Mumbai
Ahmedabad
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| Foto: Ilustração |
A superintendência da Empresa Brasileira de
Correios e Telégrafos (EBCT) no Ceará se comprometeu a elaborar, no prazo de
uma semana, um plano emergencial para dar encaminhamento imediato e eficaz a
todas as reclamações que chegarem aos Correios sobre entregas de mercadorias
nacionais e internacionais que estão em situação de atraso e que têm o Ceará
como destino final. O compromisso foi firmado em reunião realizada nessa
quinta-feira, 26 de abril, no Ministério Público Federal (MPF) no Ceará.
O monitoramento do serviço de supervisão das
entregas será acompanhado pelo MPF, por meio do procurador da República Oscar
Costa Filho, responsável por procedimento administrativo que apura denúncias de
atrasos nos serviços de envio de mercadorias e correspondências pelos Correios.
Em reunião realizada no MPF na manhã desta
quinta-feira, 26 de abril, o superintendente da Empresa, Érico Jovino, explicou
sobre a situação atual de mercadorias nacionais e internacionais remetidas ao
Ceará. Segundo ele, o incêndio que houve no centro de distribuição dos
Correios, em Fortaleza, comprometeu a agilidade nas entregas das encomendas em
todo o estado.
Jovino garantiu que a expectativa dos Correios é de
que as entregas de mercadorias internacionais que chegaram até a primeira
quinzena de abril sejam regularizadas dentro do prazo de 20 dias úteis. Já as
encomendas e correspondências de origem nacional deverão ser avaliadas
individualmente, por meio dos códigos de rastreamento. “Vamos avaliar cada
caso, mas só podemos garantir que o serviço voltará à plenitude quando tivermos
um novo espaço definitivo para o centro de triagem”, explicou o
superintendente.
Para o procurador da República Oscar Costa Filho,
até que os Correios consigam restabelecer o serviço com o novo espaço para o
centro de distribuição, é fundamental que a empresa disponibilize canais de
informações com respostas rápidas e eficazes sobre as situações das entregas.
“É um serviço essencial à população que não pode continuar nessa situação”,
avalia o procurador.
Fonte: MPF/CE
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